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Aprendemos com nossas experiências, com as sensações, com o pensar... Aprendemos desde que nascemos e quando morremos, ainda não sabemos para que viemos... Esse blog será meu espaço pessoal de desabafo e de trocas de experiências, visando um aprendizado coletivo. Postarei textos escritos por mim e por outros, com suas devidas autorizações e referências. Se o texto estiver sem referência, é de minha autoria.
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Lazer (trecho de minha monografia)
O ensino do lazer, em muitos momentos, consiste em desaprender conceitos socialmente incorporados ao longo da vida por sistemas que consideram perigosos os resultados obtidos em momentos de lazer, por práticas lúdicas, por exemplo.
Nesse sentido, tem-se Oliver (2009) que apresenta a dicotomia existente entre dever e prazer, descrevendo a forma como incorporamos tais conceitos desde a infância, onde o dever vem sempre em primeiro lugar, como o responsável pela manutenção das estruturas sociais, sendo que o prazer, pelo contrário, seria perigoso à “paz social”. A autora também escreve acerca da quebra da lei natural pela cultura que, segundo a mesma, se mantém através da ideologia.
Ao citar Marcellino (1990) e Althusser (1980), Oliver (2009) argumenta que o ser humano, ao ingressar na escola, deixa o aparelho ideológico da família para integrar outro grupo onde o dever passa a permear as relações de uma maneira um pouco distinta, sem a afetividade presente na família. Neste grupo, não sobra espaço para manifestações espontâneas, lúdicas, as quais acabam ficando reservadas para os momentos em que a criança estiver fora da escola e livre de suas tarefas escolares.
A autora denomina esse processo de transmissão de valores hegemônicos (pela família e pela escola) de “conformação social” e critica a metodologia adotada pelas escolas onde o aluno é preparado somente para “o amanhã”, atitude esta que se estende pela vida adulta, fazendo com que as pessoas sempre adiem os momentos prazerosos para um futuro que “nunca chega”. Tal afirmação pode ser exemplificada por Marcellino ao denunciar que:
[...] o caráter social requerido pela produtividade confina e adia o prazer para depois do expediente, fins de semana, períodos de férias, ou, mais drasticamente, para a aposentadoria.”(MARCELLINO, 2009, p.20).
Fonte: Ferreira, Verônica da Silveira.As práticas de lazer dos moradores de Cerrito Alegre, 3. distrito de Pelotas / RS. / Verônica da Silveira Ferreira ; orientadora : Dalila Müller. – Pelotas, 2010.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O caminho da sabedoria
O caminho da sabedoria?
É simples:
Errar.
E errar.
E errar novamente.
Mas menos.
E menos.
E menos.
(Piet Hein)
É simples:
Errar.
E errar.
E errar novamente.
Mas menos.
E menos.
E menos.
(Piet Hein)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Sobre atendimento ao público
Penso que cada pessoa, ao menos uma vez na vida deveria passar pela experiência de ter de servir aos outros para aprender a valorizar o trabalho daqueles que o servem. Na teoria é muito simples: o serviço ao ser requisitado deve ser feito sem erros e muito rapidamente. Na prática, no entanto, nem sempre isso é possível, pois depende muito dos equipamentos disponibilizados e do tipo de pedido a ser atendido. Ao tratar-se de comida, existe um tempo necessário para que fique pronta e ao tratar-se de um pedido onde existe uma imensa fila de outros pedintes, é necessário saber esperar... Por mais que o atendente seja um excelente profissional, é humano e como tal incapaz de atos heróicos, está sujeito a erros e estes normalmente merecem um pouco mais de tolerância do que recebem. Não estou dizendo que o serviço não deva ser ágil e de qualidade e sim me referindo a exigências descabidas de quem não conhece as limitações de quem o atende.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Paciência
Composição : Lenine e Dudu Falcão
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...
A vida não para...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...
A vida não para...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Uma valiosa dica sobre relacionamento
"(...) Dentre todas as chagas de uma relação, nada é tão grave do que perder a admiração pelo outro e nada é mais perturbador do que ofendê- lo diante dos outros. Um casal inteligente e saudável deveria sempre corrigir um ao outro em particular e se elogiar em público e nunca o contrário. Do mesmo modo com filhos alunos, corrija sempre em particular e elogie em público (...)" (p.70).
(CURY, Augusto. Mulheres inteligentes, relações saudáveis. São Paulo: Editora Academia de Inteligência, 2011)
terça-feira, 26 de abril de 2011
Registros sentimentais
Não sou deprimida, faço versos tristes
apenas porque a escrita me consola nos momentos
em que a tristeza e a solidão me apavoram
Em momentos de felicidade,
esta costuma ser tão intensa que apenas
improviso preces de agradecimento,
não restando tempo para descrevê-la
Tal como os antigos escritores
que expressavam suas dores e lamentavam seus desamores,
deixando legados de registros sentimentais,
desabafo, em versos despretensiosos
os sentimentos que apoderam- se de mim
Pessoas e tempos distintos,
pensamentos e desejos afins...
Incertezas que só a vida
permite, certezas que buscamos descobrir...
e esta paz que só encontro na partilha
de meus sentimentos com alguém
que , não importando quem,
venha a ler o que escrevo.
(Verônica Ferreira)
apenas porque a escrita me consola nos momentos
em que a tristeza e a solidão me apavoram
Em momentos de felicidade,
esta costuma ser tão intensa que apenas
improviso preces de agradecimento,
não restando tempo para descrevê-la
Tal como os antigos escritores
que expressavam suas dores e lamentavam seus desamores,
deixando legados de registros sentimentais,
desabafo, em versos despretensiosos
os sentimentos que apoderam- se de mim
Pessoas e tempos distintos,
pensamentos e desejos afins...
Incertezas que só a vida
permite, certezas que buscamos descobrir...
e esta paz que só encontro na partilha
de meus sentimentos com alguém
que , não importando quem,
venha a ler o que escrevo.
(Verônica Ferreira)
sábado, 16 de abril de 2011
Contigo na chuva
Tormentas ecoam no céu,
Os pingos caem aos montes,
Fazendo barulho, molhando os telhados...
Milhares de gotas escorrem na minha janela...
Aqui estou pensando em meu amado, corpo molhado,
ao meu aconchegado...
Quisera eu estar contigo na chuva: jogaria o guarda-chuva para longe de nós, abraçaria o teu corpo, enlaçando tua alma desarmada pela surpresa,
beijaria teus lábios, fazendo gemer o mais íntimo dos teus desejos,
faria com que esquecestes o tempo e o que nos cercasse...
Com ternura e todo amor, abraçados, encharcados, apaixonados...
Desejaríamos rolar pelo chão...
Mas aí também não,
Imagine a confusão...
Os pingos caem aos montes,
Fazendo barulho, molhando os telhados...
Milhares de gotas escorrem na minha janela...
Aqui estou pensando em meu amado, corpo molhado,
ao meu aconchegado...
Quisera eu estar contigo na chuva: jogaria o guarda-chuva para longe de nós, abraçaria o teu corpo, enlaçando tua alma desarmada pela surpresa,
beijaria teus lábios, fazendo gemer o mais íntimo dos teus desejos,
faria com que esquecestes o tempo e o que nos cercasse...
Com ternura e todo amor, abraçados, encharcados, apaixonados...
Desejaríamos rolar pelo chão...
Mas aí também não,
Imagine a confusão...
terça-feira, 12 de abril de 2011
Apego
Não te surpreendas
meu bem
a te encontrar naquilo que escrevo
Pois
vives em mim tão forte ainda
mesmo que distante e
não teve uma semana sequer de todos esses anos em que eu não tenha pensado em ti.
A emoção sempre contrariando a razão que me pedia para te esquecer
Um apego ao que tivemos e ao que
contigo
desejei viver
Um sonho que me fazia crer em algo maior para buscar...
( Verônica da Silveira Ferreira, 2008)
Teste: Quem é você verdadeiramente?
Faça este teste você mesmo... Não bisbilhote o valor dos pontos. Vá respondendo à medida que for descendo a tela. As respostas valerão para aquilo que você pensa agora... não pelo que você foi no passado!Pegue lápis ou caneta e uma folha de papel. Este teste é verdadeiramente utilizado pelo Dep. de Recursos Humanos de uma grande empresa americana. Eles, assim, podem conhecer melhor seus empregados e seus potenciais (e eventualmente "kick them in the ass"!). São só 10 perguntinhas, então...Pegue o lápis ou caneta e o papel, escreva os números de 1 a 10, procure as letras de suas respostas e escreva ao lado dos números.Vamos nessa?!
1) Quando você se sente melhor?
a) pela manhã;
b) pela tarde e ao entardecer;
c) tarde da noite.
2) Você caminha usualmente:
a) razoavelmente rápido, com passos largos;
b) razoavelmente rápido, com passos rápidos e curtos;
c) menos rápido, cabeça erguida, olhando o mundo de frente;
d) menos rápido, cabeça baixa;
e) muito devaga.r
3) Quando fala com as pessoas você usualmente:
a) fica de braços cruzados;
b) fica com as mãos apertadas;
c) com uma ou ambas as mãos nos quadris;
d) toca ou empurra a pessoa com quem está falando;
e) brinca com a orelha, toca o queixo ou alisa o cabelo.
4) Quando relaxando, você se senta:
a) com os joelhos dobrados e as pernas bem juntas;
b) com as pernas cruzadas;
c) com as pernas estiradas ou retas;
d) com uma perna dobrada embaixo de você.
5) Quando algo o diverte de verdade, você reage com:
a) uma risada alta e satisfeita;
b) uma risada, mas não muito alta;
c) com um riso abafado;
d) com um sorriso encabulado.
6) Quando você vai a uma festa ou encontro social você:
a) faz uma entrada ruidosa para que todo mundo perceba;
b) faz uma entrada silenciosa, procurando por um conhecido;
c) faz a entrada o mais silenciosa possível, tentando não ser percebido.
7) Você está trabalhando muito, muito concentrado, e é interrompido, você:
a) aceita bem a interrupção;
b) sente-se extremamente irritado;
c) varia entre estes extremos.
8) Qual destas cores você gosta mais?
a) vermelho ou laranja;
b) preto;
c) amarelo ou azul claro;
d) verde;
e) azul escuro ou roxo;
f) branco;
g) marrom ou cinza.
9) Quando você está na cama, à noite, naqueles minutos finais antes de dormir, você:
a) fica espichado de costas;
b) fica espichado de barriga para baixo;
c) fica de lado e ligeiramente curvado;
d) com a cabeça em cima do braço;
e) com a cabeça sob os lençois.
10) Você frequentemente sonha que está:
a) caindo;
b) brigando ou discutindo;
c) procurando alguém ou alguma coisa;
d) voando ou flutuando;
e) você tem um sono sem sonhos;
f) seus sonhos são geralmente agradáveis.
Pontuação
1) a-2; b-4; c-6
2) a-6; b-4; c-7; d-2; e-1
3) a-4; b-2; c-5; d-7; e-6
4) a-4; b-6; c-2; d-1
5) a-6; b-4; c-3; d-5; e-2
6) a-6; b-4; c-2
7) a-6; b-4; c-2
8) a-6; b-7; c-5; d-4; e-3; f-2; g-1
9) a-7; b-6; c-4; d-2; e-1
10) a-4; b-2; c-3; d-5; e-6; f-1
Agora some seus pontos e confira o resultado, clicando abaixo. Boa análise...
Interpretação:
Acima de 60 pontos: Os outros o vêem como alguém que eles precisam ter cuidado no convívio. Você é visto como vaidoso, autocentrado, e alguém que é excessivamente dominador. Os outros pode mesmo admirá-lo, querendo até mesmo ser um pouco como você, mas não lhe têm confiança e hesitam envolver-se mais profundamente com você.
Interpretação:
Acima de 60 pontos: Os outros o vêem como alguém que eles precisam ter cuidado no convívio. Você é visto como vaidoso, autocentrado, e alguém que é excessivamente dominador. Os outros pode mesmo admirá-lo, querendo até mesmo ser um pouco como você, mas não lhe têm confiança e hesitam envolver-se mais profundamente com você.
De 51 a 60 pontos: Os outros o vêem como alguém excitante, altamente volátil, com uma personalidade impulsiva; um líder natural, que é rápido para tomar decisões, embora nem sempre as decisões acertadas. Eles o enxergam como ousado e aventureiro; alguém que sempre experimentará algo uma vez pelo menos; alguém que corre riscos e aprecia a aventura. Eles apreciam estar em sua companhia pelo excitamento que você irradia.
De 41 a 50 pontos: Os outros o vêem como atrevido, vivaz, charmoso, divertido, prático e sempre interessante; alguém que está constantemente no centro das atenções, mas suficientemente bem equilibrado para não lhe deixar subir à cabeça. Também o vêem como bondoso, atencioso, delicado, compreensivo; alguém que sempre os anima e os ajuda.
De 31 a 40 pontos: Os outros o vêem como sensível, cauteloso, cuidadoso e prático. Eles o enxergam como inteligente, dotado, talentoso, mas modesto...Não uma pessoa que faça amizades rapidamente ou facilmente, mas alguém que é extremamente leal aos amigos que faz e de quem espera a mesma lealdade de volta. Aqueles que realmente o conhecem compreendem que é dificil abalar a sua lealdade para os amigos, mas também que leva um bom tempo para superar uma lealdade abalada.
De 21 a 30 pontos: Os outros o vêem como meticuloso e exigente. Eles o enxergam como cauteloso, extremamente cuidadoso e um trabalhador vagaroso e perseverante. Eles ficariam surpresos se você fizesse alguma coisa impulsiva ou de momento, esperando que você examine tudo cuidadosamente de todos os ângulos e usualmente vote contra. Eles pensam que esta reação é causada em parte pela sua natureza.
Menos de 21 pontos: As pessoas o vêem como tímido, nervoso, indeciso, alguém de quem precisam tomar conta, alguém que está sempre esperando que os outros tomem as decisões e que não quer se envolver com pessoas ou coisas. Eles o enxergam como um preocupado que sempre enxerga problemas onde não existem. Algumas pessoas o acham um chato. Somente quem o conhece bem acha que você não é.
Jean Carlo Alanis - FEA.DEA.UNICAMP.BRASIL
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Limites
Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida?
Nenhum. O limite é você quem impõem. Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos.
Veja que as grandes realizações do nosso século, acontecerem quando alguém resolveu vencer o impossível…nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens pelo mar, mesmo estando cansado de ouvir que o mar acabava e estava cheio de monstros terríveis.
Santos Dumont, foi taxado de louco tantas vezes que nem mais ligava para os comentários até fazer subir seu 14 Bis…Ford foi ignorado por banqueiros e poderosos que não acreditavam em carros em série. Einstein foi ridicularizado na Alemanha…
Desistir de nossos projetos, ou aceitar palpites infelizes em nossas vidas é mais fácil do que lutar por eles. Renunciar, chorar, aceitar a derrota é mais simples pelo simples fato de que não nos obriga ao trabalho e ser feliz, dá trabalho.
Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encantos e desencantos, quantas pessoas ainda passaram pela sua vida e te magoaram??? Centenas. Quantos passarão pela sua vida só para roubar tua energia? Centenas? Quantos estarão preocupados com você? Outras centenas…A questão é como você vai encarar essas situações, como ficarão seus projetos…eles resistirão as amarguras e desacertos do dia a dia???
O objetivo você já tem: ser feliz! Como alcançar você já sabe: lutando! Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser, e principalmente; qual o limite que você colocou em seus sonhos. Lembre-se: não há limites para sonhar…não se limite, vá a luta!
O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou!
Eu acredito em você!
(Paulo Roberto Gaefke)
Texto disponível em: http://www.meuanjo.com.br/?page_id=129
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Você
Uma tristeza me veio agora tão forte!
...não foi do nada!
Foi do pouco, talvez...
Do pouco que você me fez!
E nesta dor que se mistura
A um vazio de não ter a quem entregar
Os belos sentimentos
Que são seus,
Sinto-me mal,
Sinto-me suja,
Se tento forçar uma situação.
Não sei; não consigo esperar...
Embora o tempo
Se aprece,
Não vejo você chegar!
E doe...
Você nem tem nome.
Chama-se passado,
Chama-se paixão!
Você é o amor que, há muito,
Deixei partir
Ou que sequer conheci.
Você é aquele
Que me abraçou bem forte,
Quem enlouqueceu que riu comigo,
Que me fez ter a certeza de querer
Estar sempre ao seu lado...
E também esteve certo disso...
...
O tempo todo!
Você é a constância que eu gostaria de ter
É o que deixei de sentir e o futuro
Que agora me permitirei construir...
Basta você chegar!
(Verônica da Silveira Ferreira, 2009 )
...não foi do nada!
Foi do pouco, talvez...
Do pouco que você me fez!
E nesta dor que se mistura
A um vazio de não ter a quem entregar
Os belos sentimentos
Que são seus,
Sinto-me mal,
Sinto-me suja,
Se tento forçar uma situação.
Não sei; não consigo esperar...
Embora o tempo
Se aprece,
Não vejo você chegar!
E doe...
Você nem tem nome.
Chama-se passado,
Chama-se paixão!
Você é o amor que, há muito,
Deixei partir
Ou que sequer conheci.
Você é aquele
Que me abraçou bem forte,
Quem enlouqueceu que riu comigo,
Que me fez ter a certeza de querer
Estar sempre ao seu lado...
E também esteve certo disso...
...
O tempo todo!
Você é a constância que eu gostaria de ter
É o que deixei de sentir e o futuro
Que agora me permitirei construir...
Basta você chegar!
(Verônica da Silveira Ferreira, 2009 )
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Página Inicial
Será que alguém consegue fazer parar esta concorrência dos sites para tornarem- se a página principal do nosso computador? Não sei como as pessoas estão encarando essa situação, mas, estou achando muito irritante. A entrada na Internet fica extremamente lenta e desagradável, com aquele monte de sites esbarrando- se para chamar minha atenção...
Quase
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
( Sarah Westphal Batista da Silva )
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Muro
Muro que não ousei escalar...
Que não sei quem de nós construiu ...
E o medo do inseguro, do escuro atrás do muro , calou minha voz, travou meu carinho e nos deixou
bem sozinhos embora não estivéssemos a sós.
Verônica Ferreira
(08/09/2009)
Independência da mulher
Quando se fala de independência, o primeiro valor que se vem à mente é do campo financeiro, mas isso é absolutamente natural. Entretanto, por trás da dependência financeira podem existir diversas outras dependências que precisam ser trabalhadas também no campo psicológico.
Com base em complexos psicológicos comuns aos seres humanos, a sociedade se constitui tradicionalmente da figura masculina fornecedora e da feminina dependente. As mulheres há muito conquistaram o seu espaço no mercado de trabalho, mas diversas vezes ainda tendem a se postar submissas e dependentes de homens que, por sua vez, colocam o seu valor na sua habilidade para o papel de fornecedor. Mas às mulheres cabe desenvolver a sua autonomia em sentido amplo quebrando esse ciclo vicioso.
Não há nada mais deprimente do que pedir dinheiro dando explicações que deveriam se reservar ao campo íntimo. Para ser específica, como explicar que você deseja muito um sapato que na cabeça do outro você não precisa? Daí surgem frustrações e também se constrói uma trama de extorsão e chantagem vindas da pessoa dependente. Absolutamente deplorável. Pior ainda é se o homem sente que nesse papel de fornecedor, com o controle do dinheiro (e da situação) está a garantia de sua masculinidade. É preciso buscar um caminho em que a relação dos dois seja mais equilibrada financeiramente, melhorando inclusive o relacionamento pessoal.
No passado, as moças que saíam da dependência financeira dos pais para entrarem em uma relação de dependência com o marido. Mas hoje em dia isso ainda não é raro. Se por acaso o casamento deve esperar que o homem se estabeleça financeiramente, porque ele não pode esperar a estabilização da mulher? Claro que, se a mulher desejar desvincular-se da família para se atrelar ao homem num momento imediato, que ela não deixe para depois a continuidade de sua colocação profissional, por exemplo, continuando seus estudos, ou não deixando para trás seus projetos.
Contudo, como dito anteriormente, não é só no campo financeiro que a mulher deve tratar sua dependência. A ela cabe desenvolver uma autoestima e uma autosuficiência que faz com que ela se baste. Que ela invista em si mesma, procurando se sentir bonita, atraente, interessante. É importante que ela tenha também uma independência afetiva.
Calma! Isso não significa ser fria, nem anti-romântica, significa que o seu estado de espírito não dependa exclusivamente de como vai o seu relacionamento. Aliás, a busca por outras fontes de bem-estar e alegria enriquecem a relação quando esses elementos vêm completá-la com histórias para contar, opiniões diferentes, aprendizados novos. Cada pessoa tem que ser completa em si mesmo e buscar no outro a paz de espírito, o companheirismo e o amor desapegado. Amar, definitivamente, não é exercer poder sobre o outro, não é controlá-lo, nem ter ciúme.
O amor conjugal é uma troca de boas energias que devem se enriquecer mais que na amizade pela cumplicidade e intimidade entre o casal.
(Érica Marina.)
Fonte: http://www.jornalr2.com/2011/02/independencia-da-mulher.html
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